31 de maio de 2024

MILITEC 1 garante aumento imediato de potência em teste no dinamômetro

NASCAR Brasil faz experimento com motor da categoria e confirma ganho de desempenho após adicionar o produto

Desde quando surgiu com o nome de Sprint Race, em 2012, a NASCAR Brasil utiliza o MILITEC 1 em seus carros, de olho na maior durabilidade do motor e na proteção às peças para evitar quebras por desgastes. Até então, a categoria não havia observado uma outra vantagem que se obtém com o produto: o ganho de potência.

É um benefício procurado por pilotos de corrida, como arrancada e motovelocidade. Mas, no caso da NASCAR Brasil, onde a preparação mecânica é uniforme, essa diferença maior na cavalaria acaba sendo igual para todos no grid.

Mesmo assim, a convite da MILITEC Brasil, a categoria sensação do automobilismo nacional decidiu conferir esse aumento de performance no seu dinamômetro oficial. Para tanto, escolheu uma unidade “nova” do motor V6 de 3.6 L e 300 cv, que impulsiona suas máquinas nas pistas.

O protótipo da NASCAR Brasil no dinamômetro da RCR Motores. Foto: Renyere Trovão.
O protótipo da NASCAR Brasil no dinamômetro da RCR Motores. Foto: Renyere Trovão.

O propulsor recém-trabalhado pela RCR Motores, de Curitiba – oficina parceira da NASCAR Brasil –, ainda não havia recebido seus dois primeiros frascos de 200 ml de MILITEC 1. A medida é a mesma aplicada em cada veículo numa etapa de fim de semana da categoria.

Resposta imediata de MILITEC 1 no dinamômetro

A avaliação foi dividida em duas fases. Na primeira, foram feitas três puxadas sem o produto para a equalização de potência e torque. Os gráficos do sistema apontaram para 276 cavalos de potência no motor.

O MILITEC 1 começou a agir logo após ser adicionado ao motor. Foto: Renyere Trovão.
O MILITEC 1 começou a agir logo após ser adicionado ao motor. Foto: Renyere Trovão.

Na segunda fase, com a aplicação do fluido, houve outras três puxadas no equipamento que se conectava às rodas traseiras do protótipo da NASCAR. Dessa vez, os gráficos registraram uma alteração na equalização, mostrando uma elevação de 3 cavalos.

O resultado chamou a atenção dos profissionais que realizaram o experimento devido à resposta instantânea de MILITEC 1. “Produto incrível. Com a redução de atrito, tivemos um ganho imediato”, destacou Ricardo Camargo Righi, responsável pelo teste e proprietário da RCR.

O preparador de motores Ricardo Righi aferiu os resultados com MILITEC 1. Foto: Renyere Trovão.
O preparador de motores Ricardo Righi aferiu os resultados com MILITEC 1. Foto: Renyere Trovão.

Até mesmo o ronco quase ensurdecedor do motor ecoou de maneira menos ruidosa pela área da oficina. Ricardo explicou que o ganho de potência está relacionado diretamente com o menor atrito entre os componentes. 

“O uso contínuo de MILITEC 1, além da maior durabilidade das peças, pode resultar em maior potência, pois teremos menos desgaste do motor”, chancelou o experiente piloto de arrancada, atual recordista mundial com o veículo tração dianteira mais rápido no planeta. 

O preparador refere-se ao fato de que o condicionador de metais é adsorvido (fixado nas superfícies metálicas), reduzindo a fricção entre as peças em até 85%. Por consequência, o motor funciona mais “solto”, garantindo uma melhora na performance.

“A gente nunca havia feito um teste comparativo com MILITEC 1 no dinamômetro. Vamos querer realizar mais vezes, desenvolver mais. O dinamômetro é um equipamento muito sensível e criterioso. São cerca de 30 itens que influenciam na medição, como alinhamento do carro, calibragem do pneu e peso do condutor”, salientou Thiago Marques, organizador da NASCAR Brasil, dando a entender que o ganho em potência pode ser ainda maior.

Thiago Marques, organizador da NASCAR Brasil, olha os resultados do teste no notebook. Foto: Renyere Trovão.
Thiago Marques, organizador da NASCAR Brasil, olha os resultados do teste no notebook. Foto: Renyere Trovão.

Cavalos a mais fazem a diferença na pista e na rua

O desempenho alcançado no dinamômetro foi considerado significativo, especialmente se aplicado durante uma competição ou no cotidiano de um motorista comum. 

Thiago destacou que, em disputas de alta performance, os pilotos costumam andar muito próximos, com cerca de 10 a 15 carros dentro de um segundo. Assim, qualquer milésimo de segundo pode determinar o vencedor de uma corrida.

“Existem categorias que não têm uma monogestão, como a nossa. Nessas, há liberdade na escolha dos fluidos (que vão no motor). O aumento de cavalos, com MILITEC 1, por exemplo, poderia fazer toda a diferença”, disse o idealizador da NASCAR Brasil. 

O ganho de potência registrado pelo dinamômetro da NASCAR Brasil foi de 3 cavalos. Foto: Renyere Trovão.
O ganho de potência registrado pelo dinamômetro da NASCAR Brasil foi de 3 cavalos. Foto: Renyere Trovão.

Para Thiago, o ganho de desempenho em um veículo de passeio, por exemplo, iria além do simples prazer de dirigir um carro ou uma moto mais potente. Pode se traduzir em ultrapassagens mais seguras, retomadas mais ágeis de velocidade e melhor desempenho nas estradas.

“Acreditamos que ter um motor potente é apenas pela emoção de acelerar um carro legal. Mas, ter um veículo que oferece um desempenho superior é muito positivo, especialmente para ultrapassagens em estradas”, afirmou o ex-piloto paranaense.

Resistência é o foco nas competições

O MILITEC 1 sempre foi um componente essencial na maioria das competições automobilísticas, especialmente devido à sua capacidade de aumentar a resistência dos motores. 

A tecnologia exclusiva Dry Impregnated Lubrication (Lubrificação por Impregnação a Seco) não apenas reduz o atrito entre as peças, mas também torna os metais até 17 vezes mais resistentes.

A quebra do motor V6 de 3.6 L e 300 cv, tratado com MILITEC 1, é raro na NASCAR Brasil. Foto: Renyere Trovão.
A quebra do motor V6 de 3.6 L e 300 cv, tratado com MILITEC 1, é raro na NASCAR Brasil. Foto: Renyere Trovão.

Seja na época da Sprint Race ou agora com a bandeira da NASCAR Brasil, a quebra de motores é algo muito raro de acontecer. Thiago Marques foi enfático ao ser questionado por José Luiz Franceschi, diretor-presidente da MILITEC Brasil, sobre qual seria a média de ocorrências na modalidade.

“Não existe quebra de motor na NASCAR Brasil, afinal, usamos MILITEC 1”, respondeu o organizador durante o teste do dinamômetro.

Thiago comparou com outras categorias do automobilismo, que trocam de dois a três motores por fim de semana. “Além do prejuízo financeiro, há o prejuízo para o piloto, que deixa de treinar e até de correr”, complementou.

Motores revisados a cada corrida

Além do tratamento com MILITEC 1, outro fator que contribui para quebras de motor passar longe da NASCAR Brasil é a atenção dedicada à sua revisão frequente.

A cada etapa, cerca de 6 a 7 motores da NASCAR Brasil são revisados pela RCR. Foto: Renyere Trovão.
A cada etapa, cerca de 6 a 7 motores da NASCAR Brasil são revisados pela RCR. Foto: Renyere Trovão.

A RCR Motores é a responsável por realizar a manutenção preventiva a cada corrida. Em média, são selecionados de seis a sete motores, levando em consideração a quilometragem percorrida, que geralmente chega a 1.500 km.

“Desmontamos os motores e trocamos, principalmente, os anéis e as bronzinas. Se não fosse o tratamento com MILITEC 1, a deterioração dessas peças seria muito mais rápida”, garantiu Rodrigo Camargo Rossi, preparador de carros de competição da RCR.

Ele lembrou de um teste realizado pela antiga Sprint Race há cinco anos, durante os treinos de pré-temporada. Um carro foi deixado rodar 1.500 km sem MILITEC 1, e depois compararam o estado do motor com outro que havia recebido o produto.

O preparador Rodrigo Camargo, da RCR, revela que MILITEC 1 facilita a manutenção dos motores. Foto: Renyere Trovão.
O preparador Rodrigo Camargo, da RCR, revela que MILITEC 1 facilita a manutenção dos motores. Foto: Renyere Trovão.

“Até mesmo um leigo notaria a diferença no desgaste mais acentuado do motor não tratado. A MILITEC Brasil contribui para o custo-benefício da categoria. Fazemos a preventiva sem a necessidade de retificar o motor, o que geraria uma despesa muito maior”, destacou o mecânico, que compartilhou um detalhe interessante ao fim da conversa.

“No final de cada ano, ficamos preocupados em saber se a parceria entre a NASCAR Brasil e a MILITEC Brasil será mantida. Para nós, que realizamos a manutenção, a continuidade dessa parceria é fundamental, pois facilita muito o nosso trabalho com os motores”, revelou Rodrigo.

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