10 de junho de 2022

Expedição Peabiru: uma viagem ao inusitado a bordo de veículos antigos

Aventura sobre rodas, organizada desde 2019, em Curitiba, é repleta de lindas paisagens e diferentes culturas, mas sem roteiro definido, dormindo em barracas e encarando desertos, florestas e a Cordilheira dos Andes.

Você seria capaz de comprar um veículo com 30 anos ou mais de fabricação e cair na estrada para percorrer cerca de 6 mil quilômetros pela América do Sul encarando montanhas, florestas, desertos e rodovias de má qualidade?

Detalhe: dormindo em barracas e visitando cidades sem tradição turística!

Se a resposta for afirmativa, já pode se escalar para a próxima Expedição Peabiru, prevista para o início de 2023. A aventura a bordo de modelos clássicos como Belina, Kombi, Del Rey, Variant, Corcel, Parati e Gol virou o principal programa de férias de comerciantes, médicos, advogados e empresários do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Desde 2019, o grupo formado por 15 a 20 veículos faz a largada simbólica em frente ao restaurante Madalosso, em Santa Felicidade – bairro gastronômico de Curitiba. A MILITEC Brasil também viaja junto – é uma das apoiadoras da Expedição Peabiru. O MILITEC 1 garante a durabilidade e a resistência dos motores e câmbios, que encaram condições extremas durante o trajeto (leia mais abaixo).

A Kombi é um dos modelos que formam a frota multimarcas da Peabiru e que usa MILITEC 1 para a proteção do motor. Foto: Divulgação

A proposta são duas viagens ao ano, uma no início de janeiro e outra em junho. Os veículos aceleram para uma jornada sem roteiros planejados, que dura sempre 15 dias para quem cumpre todo o percurso de ida e volta.

Cada participante faz seu próprio trajeto, percorrendo lugares inusitados e sempre acompanhados de um cenário com as paisagens mais impressionantes do continente.

O evento reúne um grupo de pessoas diferentes com um objetivo em comum: redescobrir a vivência coletiva, encontrar novas experiências e passar por situações inusitadas, com um toque de adrenalina.

“É uma busca por imprevistos, longe de tecnologias, usando carros antigos e fazendo trajetos que passam por diferentes culturas na América Latina”, resume Júlio Guidolin, 66 anos, um dos fundadores do projeto.

Apesar de cada um seguir seu roteiro na viagem, muitos participantes combinam locais para se encontrar e registrar a aventura. Foto: Divulgação

“Ferro-velho” que virou xodó

Para ser um Peabiru é obrigatório possuir um veículo com mais de três décadas de fabricação. O curioso é que quase todos os integrantes precisaram adquirir um modelo que se encaixasse a essa condição.

“Quando fiz o convite para a primeira edição, em 2019, dizia às pessoas: ‘vamos para o deserto, para os Andes, com o carro podre, passar calor, enfrentar frio, dormir em barracas e cozinhar à beira da estrada’. Nem me deixavam terminar e já respondiam: ‘tô dentro’”, relembra.

Quase 90% do grupo teve de comprar um automóvel antigo. Júlio, por exemplo, tem o seu “ferro-velho”, como ele carinhosamente se refere aos veículos participantes. É uma Ford Belina 1986, adquirida por R$ 3,5 mil à época da primeira edição.

“É claro que tive de dar uma geral, como trocar pneus, pastilhas de freio. Mas, o valor pago é ridículo diante da alegria que o carro te dá”, observa.

Julio Guidolin (de camiseta amarela à dir.) em cima do seu Ford Belina, em frente ao restaurante Madalasso, na largada simbólica da expedição.

O administrador de empresas, que hoje se dedica ao ramo das viagens motorizadas, lembra que os veículos viraram xodós para os seus donos.

Certa vez, conta o organizador, uma Kombi se acidentou e o proprietário teve de deixá-la encostada numa borracharia. Os ocupantes continuaram a viagem de carona, mas extremamente aborrecidos por largarem a perua para trás.

Na volta, organizaram um resgate e rebocaram do Norte da Argentina, passando pelo Paraguai, até chegar a Foz do Iguaçu. Quase 800 quilômetros no reboque.

Num outro caso, uma Kombi ficou bastante danificada após o motorista, ofuscado pela neblina, bater em um trator. O dono mantém o veículo exposto no bar que administra, com os amassados “conquistados” pela colisão. Ele diz que não vai restaurar porque são “marcas de guerra”. 

A veterana Kombi é um dos veículos participantes da aventura que desbrava lugares exóticos na América do Sul. Foto: Divulgação

De Chevrolet 1937 a ônibus

Na primeira edição, o Ford Del Rey foi escolhido como o modelo oficial da Expedição Peabiru. “Sempre gostei do sedã. Admiro o espaço, o conforto, a segurança e a robustez”, diz o advogado Anderson Ventorin, 39 anos, dono de um exemplar 1989, versão 1.6 GL CHT.

No entanto, quem acabou dominando o grupo foram as Belinas, hoje maioria. O valor médio de um exemplar gira na casa dos R$ 5 mil.

O amplo espaço e o conforto fizeram do modelo o preferido da turma. Anderson tem uma também. “Confiável, econômica e, praticamente, não dá manutenção”, acrescenta, dizendo que a paixão pelos dois modelos Ford veio do pai Arlindo.

A Ford Belina é a maioria entre os modelos da Peabiru, pelo aspecto econômico de manutenção. Foto: Divulgação

Já o carro-mascote da Expedição Peabiru é um Chevrolet 1937 com mecânica de Opala 4 cilindros, que pertence a Cleverson “Leco” Schultz, 57 anos.

“Além de ser um veículo diferente e difícil de encontrar, ele carrega uma história. Quando comprei para entrar na Peabiru, ele nem andava. Eu e o meu filho Aramis restauramos e preparamos o Chevrolet todinho”, relembra.

Leco afirma que muitas pessoas têm medo de fazer passeios como esse por achar que não “possuem o carro ideal”. Quando, segundo o empresário, qualquer veículo, moderno ou não, é capaz de encarar viagens longas. Na visão dele, automóveis antigos oferecem uma mecânica mais simples, com peças mais baratas, comparados aos modernos, sendo mais fácil resolver possíveis imprevistos durante o trajeto.

“Sem contar que a receptividade das pessoas nas cidades onde paramos é bem maior com um veículo antigo. Pedem para olhar, tirar fotos, sempre elogiando a ‘coragem’ de viajar com um modelo como o meu, com 85 anos de idade”, justifica Leco.

Os Chevrolets 1937 (esq.) e 1940 complementam a beleza do maior deserto de sal do mundo, o Salar Uyuni, na região de Potosí, na Bolívia. Foto: Arquivo Pessoal/ Aramis Schultz

A relíquia tem a parceria de outro Chevrolet, um coupê 1940 Master 85, com mecânica original, que pertence ao mecânico Gerson Luiz Choinski, 54 anos.

Gigantes das ruas e das estradas também são bem-vindos na Peabiru, como o ônibus prateado Nimbus Furcare, de 1967, com mecânica de um Mercedes 1620 – dos anos 1990. Construído de forma artesanal, ele transporta a família e amigos de Aramis Orth Schultz nessa aventura desde a edição de estreia.

Para o engenheiro mecânico, que teve a ajuda do pai para desenvolver o veículo na garagem de casa, ir de motorhome é uma experiência única, diferente de carro ou moto, como já fez em outras viagens pela América do Sul.

“Além de não nos preocuparmos com hotel ou outros lugares para dormir, podemos cozinhar no próprio veículo e temos mais conforto e espaço para desfrutar melhor do passeio”, pontua Aramis, que é filho de Leco – o pai também participa no revezamento ao volante.

O ônibus-motorhome da família Schultz, construído de forma artesanal pelos donos para levar mais gente à viagem e servir de “hotel”.

Com um motorhome, o aventureiro diz que os pontos para dormir acabam sendo inusitados. Como uma vez no meio do Deserto do Atacama. “Acordamos diante de uma paisagem incrível. A cada dia, a visão na nossa janela é diferente.”

Equipe feminina a bordo de um Gol “quadrado”

Em meio a tantos exemplares do passado, um Volkswagen Gol “quadrado”, ano 1991, chama a atenção. Principalmente, por quem está a bordo: a primeira equipe feminina a participar da Expedição Peabiru.

Letícia Ferrarini, 33 anos, e Thaina Stival Sanches, 22 anos, entraram nessa epopeia na edição 2022, realizada em janeiro passado, de Curitiba a Porco, na Bolívia. Elas se somaram a mais de uma dezena de mulheres que já vivenciaram essa experiência.

Letícia Ferrarini e o seu VW Gol 1991 durante a edição 2022 da Expedição Peabiru. Foto: Arquivo pessoal/ Leticia Ferrarini.

“Eu queria que tivesse uma equipe feminina. Por isso convidei a Thaina. Algumas pessoas da minha família já tinham ido, mas apenas neste ano surgiu a oportunidade”, afirma Letícia.

Ela foi mais uma integrante a comprar um carro veterano para se encaixar no perfil do evento. Inicialmente, adquiriu um Chevrolet Chevette, porém desistiu dele pela dificuldade em encontrar algumas peças de reposição e o fato de ser somente movido a etanol – combustível não comum em outros países sul-americanos.

Apesar de ser a primeira Peabiru de Letícia, ela já é familiarizada com viagens motorizadas. É sempre carona dos pais por expedições de jipe e de moto a países vizinhos, como Argentina e Chile.

“Com automóvel (de passeio) antigo é a primeira vez. Na verdade, é um monte de carro velho”, brinca a advogada, que teve a companhia do irmão mais novo e dos pais na estrada.

A dupla Letícia Ferrarini e Thaina Stival, a primeira dupla feminina a participar num mesmo carro da Peabiru. Foto: Arquivo pessoal/ Letícia Ferrarini

Leticia diz que a Expedição Peabiru é um grande perrengue, o que faz ser ainda mais emocionante e desafiador. Há regiões, como na região semiárida do Chaco paraguaio, onde a temperatura bate os 50 graus. 

“O meu carro não tem ar e nem película protetora nos vidros. Chegamos a passar mal com o calor extremo. E, ainda tivemos problemas no carburador e a quebra de uma peça. Improvisamos o conserto com uma caixa de papelão e de torrada”, relembra.

Para ela, as belezas das paisagens e a visita a localidades pouco conhecidas e, ao mesmo tempo acolhedoras, compensam os sufocos.

“A Expedição Peabiru é uma grande lição de companheirismo entre os participantes, de troca de experiência, de visão de viagem. Ter a liberdade de definir seu trajeto, fazendo o seu próprio roteiro e visitando vários lugares incríveis,  usando, na maior parte, um mapa de papel (para orientação na estrada)”, observa a advogada, que se considera agora a maior divulgadora da Peabiru.

“Quem participa, volta. Eu vou na próxima edição, mesmo que fosse para os mesmos lugares e destino. Só que cada viagem é um percurso diferente, nunca é igual”, complementa.

Festas, comidas típicas e exposição de antigos

Um dos pontos de parada do grupo, em território argentino. Foto: Divulgação

Das quatro edições já realizadas, duas tiveram como destino a Bolívia (2019 e 2022), por ser um país pouco explorado turisticamente, além de exótico, o que combina com o propósito do projeto. Nas outras duas, a parada final de ida foi no Uruguai e nas serras da região Sul do Brasil.

Boa parte dos trajetos é feita por estradas secundárias, com bastante poeira, areia e pedregulhos. “Estradão mesmo, como era no Brasil há 50 anos, principalmente dentro da Bolívia”, frisa Julio Guidolin.

Estradas secundárias, muitas vezes de terra e poeira, são comuns no trajeto da Expedição Peabiru. Foto: Divulgação

Os pernoites são em acampamentos, geralmente em campo de futebol ou ginásio de esporte reservados previamente com as prefeituras.

Não é proibido ir para hotel, até porque alguns participantes preferem descansar e estar em condições para encarar a estrada no dia seguinte. No entanto, a maioria escolhe a barraquinha, em cima do carro ou em campings. A média diária de deslocamento é de 200 km a 300 km.

“Chegamos a acampar dentro das dependências da Itaipu, do lado paraguaio. É um local maravilhoso, com ótimas instalações e banheiros”, relata Julio, com a experiência de quem sempre esteve envolvido com expedições ao redor do mundo. Ele já chegou a ir de moto do Ushuaia, na Patagônia argentina, ao Alasca, sempre rodando, sem recorrer ao transporte alternativo, como navio.

Os pernoites do grupo acontecem em campings, escolas, campos de futebol e ginásios de esportes. Foto: Divulgação.

A escolha da Bolívia como destino em 2019 foi bem peculiar. A organização olhou no mapa e procurou o nome mais pitoresco naquele país. “Achamos Porco, perto do famoso deserto de sal Salar Uyuni, na região de Potosí, na Cordilheira dos Andes”, recorda.

O idealizador do projeto conta que quase ninguém vai para Porco. A cidadezinha de 700 anos nunca havia recebido um grupo de turistas. A administração local cedeu o ginásio para o grupo acampar e fizeram uma grande festa com comida típica, exposição de veículos antigos e artesanatos. “A nossa visita foi um marco para a cidade.”

A cidadezinha de Porco, na região de Potozí, foi o lugar escolhido como destino para as edições de 2019 e 2022. Foto: Divulgação.

O percurso dentro da Bolívia incluiu Tarija, conhecida pelas vinícolas mais altas no mundo – entre 1.600 m a 2.500 m acima do nível do mar. E das montanhas imponentes que circundam a cidade histórica, de arquitetura espanhola.

“Também passamos por Muyupampa, na região de Vaca Guzmán. O município se destaca pela simplicidade e generosidade do povo. É uma região agrícola muito bonita, cercado por montanhas”, narra Julio.

Na segunda viagem a Porco, em 2020, a expedição incluiu o Chile no caminho, com passagem pelo Deserto de Atacama.

A Cordilheira dos Andes é um cenário que acompanha a expedição por boa parte do trajeto na altitude. Foto: Divulgação.
Parada obrigatória são os desertos de sal, comuns em regiões da Bolívia. Foto: Divulgação
Diversão sem fim: restaurante dentro de uma mina em Ametista do Sul (RS) e virar a atração em Villa Vaca Guzmán (BOL), com a exposição dos carros.

MILITEC 1 na bagagem e no motor

Na Expedição Peabiru, é preciso se virar para chegar ao destino. Não há apoio ou suporte dado pela organização. A ideia é fazer o participante encontrar uma maneira para arrumar o veículo ou buscar ajuda com outros do grupo, o que acaba sempre acontecendo nas emergências.

Às vezes, surge um profissional de mecânica na turma. Como é o caso de Cassiano Faria Martins, 38 anos. Ele dirige uma Belina 1989 e participou das três primeiras edições.

Cassiano Faria (dir.) e sua Belina 1989 em uma das três edições que já participou da Expedição Peabiru. Foto: Arquivo pessoal/ Cassiano Faria.

Cassiano diz que apesar de o estado de conservação dos veículos não ser levado em conta, a parte mecânica tem de estar em dia. “Sempre ocorrem pequenos imprevistos, mas são solucionados facilmente. Combustível de má qualidade e falhas por mudanças bruscas de temperatura também acontecem, mas são resolvidos e voltam a rodar”, salienta.

O mecânico autônomo diz que sempre usa MILITEC 1, companheiro de expedição também de muitos outros integrantes. A presença do produto no motor e em outras partes do veículo é fundamental para encarar situações adversas. Como os 50 graus no Chaco Paraguaio ou então os 4.600 m de altitude na Cordilheira dos Andes – uma boa parte da viagem é realizada acima dos 3 mil metros –, além das estradas de chão e desertos.

“O MILITEC 1 faz toda a diferença. Uso também na caixa de câmbio. Mesmo sem óleo no motor, já foi comprovado que o produto é muito eficaz”, garante.

Leticia Ferrarini é outra que não abre mão de ter o MILITEC 1 no motor e na bagagem. “A minha família, que é aficionada por veículos antigos, sempre usa MILITEC 1”.

A advogada também reforça que para uma viagem que registra num momento 50 graus, no outro -2 graus e neve, a presença do produto ajuda muito a proteger o conjunto mecânico, fazer o carro rodar e evitar contratempos em lugares inóspitos, onde não existe nenhuma infraestrutura.

O mecânico Álvaro Kowalski participa do evento com um VW Santana Quantun, devidamente protegida com MILITEC 1. Foto: Arquivo pessoal/ Álvaro Kowalski

Álvaro André Kowalski é fã do MILITEC 1 há mais de 10 anos e não deixa faltar no Volkswagen Santana Quantum 2.0 GLS, ano 1988. “A cada três trocas de óleo, eu adiciono MILITEC 1”, diz o empresário do ramo de táxis.

Ele revela que sempre faz uso do produto em sua frota. E, por conta disso, até já vendeu exemplares do Chevrolet Corsa com 700 mil quilômetros, sem mexer no motor.

Inspirado no maior rali do gênero no mundo

A Expedição Peabiru nasceu de um grupo de amigos, que virou uma ONG (organização não governamental), mas, em breve, vai se transformar  em um clube. O evento é aberto a todos os interessados em viver essa aventura. A pessoa paga uma inscrição para custos com camisetas e adesivos. Os demais gastos, como festas e locais de camping, são divididos entre os participantes.

O idealizador Julio Guidolin diz que a inspiração veio do Rally Mongol, famoso rali intercontinental e considerado a maior aventura automobilística do mundo. A competição se estende por 16 mil quilômetros, 19 países, cinco cadeias montanhosas e três desertos, ligando Londres, na Inglaterra, a Ulaanbaatar, capital da Mongólia.

E a regra também é usar somente veículos antigos, que não podem ultrapassar o valor de 1 mil euros. Não há qualquer planejamento prévio de pontos de parada e detalhes da viagem. A única orientação é cruzar a linha de chegada.

“Tem ainda o rali Pequim-Paris, que é mais próximo do nosso, com carros acima de 30 anos de fabricação. O Peabiru é a mistura dos dois, sempre visando manter o espírito aventureiro do evento”, finaliza Julio.

Participantes da Expedição Peabiru são recepcionados pelos moradores locais de Porco, na Bolívia. Foto: Divulgação

Já o nome Peabiru foi emprestado do famoso caminho desenvolvido pelos incas, índios tupis-guaranis, entre outros grupos. As rotas começavam no litoral paulista, passando pelo Paraná, Santa Catarina, Paraguai, Bolívia e, provavelmente, terminava no Peru.

Mais detalhes pelo Instagram (@expedicaopeabiru) da Expedição Peabiru.

ENTENDA O MILITEC 1

MILITEC 1 é o primeiro e melhor condicionador de metais, que protege o seu equipamento de verdade, porque é o único com a exclusiva tecnologia Dry Impregnated Lubrication.

MILITEC 1 simplesmente usa o lubrificante como um meio para chegar às superfícies metálicas em atrito e aos pontos críticos de calor dentro do equipamento. Alcançando esses locais, o produto sai completamente do lubrificante e as moléculas de MILITEC 1 fixam-se na superfície metálica (adsorção*). Isso ocorre entre 38° C e 66° C, dependendo das condições de atrito e carga.

O efeito dessa reação enrijece a superfície metálica (não a endurece), tornando-a aproximadamente 17 vezes mais resistente quando a reação se completa.

Além do aumento da resistência metálica, MILITEC 1 reduz drasticamente o atrito, melhorando o aproveitamento de energia e resultando em aumento da potência e/ou diminuição do consumo, além de reduzir as emissões de gases poluentes.

*Adsorção é a fixação de molécula de uma substância na superfície de outra.

4 Comentários

  1. Brito disse:

    Sinceramente fiquei deslumbrado, como faço para me cadastrar na expedição, também quero ir.

  2. Rodrigo ortiz goulart disse:

    Adorei saber que as pessoas curtem essas viagens queria participar com meu opala

  3. Elizandro Botini disse:

    Tenho interesse em participar na expedição achei muito massa e já uso militec faz muito tempo , excelente produto.

  4. Eugenio Neto disse:

    Parabéns. Se nos deixarem ir com um Renault Twingo99, Eu e esposa, estamos prontos…rsrs….
    Quanto ao militec 1, já é meu parceiro a 10 anos. Grato.

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